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Neblina

A Montanha das Nuvens

A Expedição

Um lugar mágico entre Céu e Terra

Uma missão a caractere científico

Três organismos em parceria

A Busca dos Cheiros

Continuar a ação para a conservação

Porque utilizar um barco.?

As técnicas de construção

As Madeiras amazonenses utilizadas

Fotos do barco

O livro : Neblina From Mists and Scents

O filme : Neblina, Strange islands in the sky

Pélagos

O Centro de informação decentralizado da UICN

UICN (União Mundial pela Natureza)

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Continuar a ação para a conservação
Ao fim do ano de 1999, Ecoguide Internacional, graças ao apoio de Yves Rocher e IFF, subirá durante dois meses no Pico da Neblina e as suas florestas de nuvens.

Uns dez cientistas brasileiros unirão-se à expedição. O Museu Goeldi da cidade de Belém, instituição brasileira venerável e prestigiosa, contrapartida do Museu de História Natural de Paris, delegará especialistas em botânica, entomologia, herpetologia, ornitologia, geografia...

Objetivo: colecionar informações que permitirão estabelecer as bases de um plano de conservação. A missão deles será analisar a biodiversidade, entender o funcionamento dos ecossistemas locais e estudar a influência da climatologia.
Esta nova missão usará imagens fornecidas pelos satélites: o sistema GIS (Global Information System) permitirá administrar as informações científicas relativas à topografia, fauna, flora, a frequentação de lugares pelas diferentes espécies...

Para levar a bem esta missão e fornecer um apoio de logística aos Ecoguias e aos cientistas que trabalham nas pesquisas e na conservação desta região, Ecoguide começou a construção de um barco de apoio: o "Neblina". Ferramenta indispensável para se deslocar na bacia da Amazônia, subir o Rio Negro e seus afluentes, o "Neblina", equipado de um laboratório, também poderá transportar material e abrigar os homens. Ele poderá também ser usado como antena médica para atender as populações locais.

O "Neblina", atualmente em fase de construção num estaleiro naval artesanal perto de Manaus. Ele é concebido no mesmo modelo tradicionais que os barcos da região. Ele é construído com os materiais locais, em madeira, e terá duas pontes. Com de cinco metros de boca um calado pequeno, ele poderá navegar em águas rasas. Ele permitirá monitorar as ações de conservação conduzidas na região.